Mestrados em Tecnologias da Informação para Negócios em Portugal 2016

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Information-Technology-Kansas-City-MO-2Em notícia publicada pela agência Lusa, em março de 2016, foi divulgado que Portugal tem desinvestido no ensino das tecnologias da informação e da comunicação, ao nível dos ensinos básico e secundário, num desfasamento evidente entre as competências necessárias para a evolução da sociedade e as competências efetivamente adquiridas pelos alunos. No que se refere à aquisição de e-skills, Portugal segue atrás de outros países que se destacam na área da educação, como o Reino Unido, a Finlândia, a Austrália e os Estados Unidos, com políticas que não são suficientes para capacitar os jovens portugueses no domínio das cibercompetências e que divulgam pouco as oportunidades de emprego hoje geradas pelas tecnologias digitais. Além das competências de utilização das tecnologias, o trabalho na área requer o desenvolvimento de um pensamento computacional, que implica a maturação do raciocínio lógico e algorítmico, que aprimora as capacidades cognitivas, a produtividade, a inovação e a criatividade.

Não obstante, tem-se procurado apostar na formação específica em tecnologias, ao nível do ensino superior, onde, entre os melhores programas de mestrado hoje disponíveis em Portugal, se integram, segundo os rankings do Eduniversal, os cursos de:

  • Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação (ISCTE);
  • Inovação e Empreendedorismo (Nova School of Business and Economics);
  • Strategy and Entrepreneurship (Universidade Católica de Lisboa);
  • Empreendedorismo e Inovação (INDEG/ISCTE);
  • Gestão da Informação e Marketing Intelligence (Porto Business School);
  • Gestão de Sistemas de Informação (ISEG);
  • Modelação, Análise de Dados e Sistemas de Apoio à Decisão (Faculdade de Economia da Universidade do Porto);
  • Gestão de Sistemas de Informação (ISCTE).

Esta listagem, divulgada pelo jornal Expresso em 2013, baseia-se numa avaliação realizada mundialmente por diretores de Recursos Humanos, por mil escolas de negócios e pelos seus estudantes, baseando-se em critérios como perspetivas de carreira, nível salarial do primeiro emprego após a conclusão do mestrado, reputação dos programas e grau de satisfação dos estudantes.